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João Lopes da Costa Neto

Vitória (ES)
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Sobre mim

Bacharel em Direito pela Universidade Vila Velha - ES; pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Cândido Mendes - RJ; pós-graduado em Direito Administrativo pela Universidade Cândido Mendes - RJ; pós-graduando em Direito Constitucional pela Universidade Cândido Mendes - RJ; Especialista, com distinção, em Constitutional Concepts and Supreme Court Cases pela University of Pennsylvania - U.S.A; Graduando em Teologia pela Faculdade Teológica Sul Americana - RS.

Principais áreas de atuação

Direito Penal, 22%
Direito de Família, 22%
Direito Civil, 22%
Direito Administrativo, 13%
Outras, 21%

Comentários

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João Lopes da Costa Neto
Comentário · há 4 anos
Querida Herika Saagica,

Quando Maria da Penha foi as ruas ela não cobrava modificação da sociedade nem abalo da estrutura familiar. Ela cobrava mais rigidez na lei, pois o fato acometido contra a mesma já era amparada pelo Direito, porém de forma irrisória, ao qual punia pouco para quem muito fazia. Além de não imputar ao delinquente medidas que o afastassem do lar, do convívio e da presença da convivente/esposa. Assim, foi criada a Lei Lei 11.340/2006 dando a sociedade mecanismos para coibir a violência doméstica. A minha mãe foi uma beneficiada deste instrumento, graças a Deus e a luta da Sra. Maria da Penha.
Ademais, quando as mulheres foram as ruas elas não queriam modificação da sociedade nem abalo da estrutura familiar. Inicialmente, irei corrigir a falta de conhecimento do seu comentário, pois nunca houve queima de sutiãs, o que ocorreu historicamente e registradamente foi que na Segunda Guerra Mundial em meio ao período da Revolução Industrial, o deslocamento dos homens para o exército acarretou a inclusão da mulher no mercado de trabalho, com fulcro de substitui-los.
Neste ínterim, as mulheres eram tratadas de forma desumana e indigna, motivo ao qual levou-as ao episódio do Bra-Burning ou queima de sutiãs, que foi um protesto com cerca de 400 mulheres durante o concurso de Miss America em na década de 60, ou seja, um movimento ordeiro, organizado e intelectual , pois as ativistas se aproveitaram do concurso de Miss colocando no chão do espaço, sutiãs, sapatos de salto alto e etc., que simbolizavam a beleza feminina, a fim de buscar valorização e o devido reconhecimento, também, no mercado de trabalho, do contrário, não necessitaria citar, mas cito: o movimento LGBT, LHGDTU, HGDIYGT e tudo mais de BT que tiver que vai as ruas semi-nus, nus, consumindo drogas, passando-se de "cristo" como no 19ª parada gay - uma verdadeira afronta a religião.
Quanto ao restante do seu pequeno texto cheios de erro de português, demonstrando claramente que não teve uma boa educação escolar; demonstrando também falta de educação familiar, pois a existência verdadeira de pais presentes jamais coadunaria com o desleixo de falta de competência em deixar o filho sem saber escrever a lingua de seu próprio país; e, ainda, levando em consideração a sua total falta de vontade de ter procurado aprender a escrever corretamente, como se vê pelas palavras (conserteza, sutians, analizadas, judiciario, NUCA, mae, sobrivivente, sera) creio que em ti também houve falta de uma família, não havendo, portanto, o que opinar sobre o que não conhece, ainda, mais, tendo em vista o desconhecimento total da Lei, da história do Direito e, principalmente, da História da humanidade.
Quanto a mim, nunca tive uma família, mas sim pessoas que realizam poder familiar sobre mim. Ademais, tenho filhos dos quais cuido para que tenham opinião fundamentada, saibam de onde vieram e por quem foram criados, saibam quem é o Deus da vida deles, e saibam, principalmente, escrever.
A propósito tenho um projeto social que ajuda FAMÍLIAS, e não sou um Pastor.
Posso ser advogado, e metido também, tendo em vista que metido significa algum introduzido em alguém assunto.
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João Lopes da Costa Neto
Comentário · há 4 anos
Inicialmente, vislumbra-se ao artigo falta de ciência quanto a métodos interpretativos legais, não é atoa que fora feito por um jornalista, néscio na área jurídica.

Longe do Direito, cabe um experiência pessoal, creio ter sido vivida e ainda vivenciada por muito brasileiros, qual seja: "Fui criado por minha avó, ela é minha familiar, considerei-a como mãe e pai, mas reconheço não ser um ambiente de família (pai e mãe) stricto sensu, tendo em vista a dificuldade que tive em aprender várias coisas da vida. Não foi um ambiente sadio, mas foi o ambiente que cresci."

Creio, que "as outras formas" de tentativa de familiar, no meu ponto de vista legal, devem continuar para fins de Direito à serem equiparadas como forma de prática de poder familiar, mas, nunca como efeticamente família.

O que se abrange na forma cuidada de uma criança pelo pai ou mãe divorciados, pelas família pluris, homossexuais adotantes, e etc., é uma equiparação a utilização de poderes familiares, não se vê efetivamente a existência de uma família.

Isso fere de morte o fundamento do Estado e base da sociedade a família stricto sensu, aquela com a qual foi responsável pela formação da sociedade, aquela que conseguiu gerar um filho (a) e manteve a continuidade do crescimento de toda a humanidade.

O artigo complementa, no final, sobre tempos obscuros "[...]".

Sinto que tempos obscuros são estes em que a minoria homossexual quer impor a humanidade a forma com que deve ser a família e mudar todo o conteúdo histórico e a forma destinada pelo Criador.

Sinto que tempos escuros são estes em que textos como este são aplaudidos, donde muitos que não concordam leem e ficam calados, e a minoria assim achando estar sendo aprovada.

Tempo obscuro em que o próprio escuro tenta ser a luz, da qual nunca servirá para iluminar sequer o fundamento de seu caminho.

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